terça-feira, 3 de abril de 2012



Em mar navego sentimentos

Acrescendo minha ânsia de desejar

Meu horizonte perpétuo

Nuvens em céu e mar

Aguço minha intuição

Um pirata em seu clã

Destino impetuoso

Braço forte segurando o timão

Praias brancas de amor e aventura

Nada dura quando a serra desvirtua

Agruras tempestivas das paixões

Arroubos juvenis

Amotinar-se em sentimentos

Desventura

Há no mar a clausura destemida

A medida certa pra sonhar

Vale a pena com a mão segura

Escreve e torna esse amor tão mais real

Banhar nas ondas espumantes em candura

Todo ar desprendido respirar

Ver em sonhos a realeza da amada

Sem mais nada

Sorrir sem entender

O prazer de ter na mente esta paisagem

Um levante vem contente a bailar

És tão minha na ausência

Meu presente sempre digno de te amar

O amante mai insano que se imagina

Nas loucuras tão incertas

Praticar

Roubar-lhe o suspiro com o brilho do olhar

Rastro móvel das águas verdejantes

Quanto antes lançar velas e navegar

Minha nau enfeitada de sorrisos

O abrigo desta alma a navegar

Mares que sobem e descem

Estarei sempre bem disposto a ter encontrar

Em minhas cartas o tesouro é o amor

Que desenterra o beijo latente e desejar

A mulher mais bela e quente de meus sonhos

Amor que sinto da vontade de te dengar

Amar-te-ei para o sempre infinito

Faz-me bonito envelhecer, mas te amar

Das alegrias que são tantas nesta vida

Maior de todas verem meus sonhos

Realizar

Sortilégio foi seu canto de Sereia

Encantando-me sempre que meu nome

Pronunciaste

Trazendo o vento de seu sussurro ao meu encontro

Fazer do porto mais seguro em suas mãos






Helio Ramos de Oliveira
Lei de Direito Autoral (nº 9610/98)

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